Dayla Costa Guedes
Paço do Lumiar, Maranhão, Brasil

Nordestina. Maranhense. Mestra em Ensino de Ciências e Matemática pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Especialista em Ensino de Matemática pelo Instituto Federal do Maranhão (IFMA). Especialista em Informática na Educação (IFMA). Membra do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática, do IFMA, GEPEMA.
Rizo-máticas
Resumo
A presente crônica coloca luz ao encontro da matemática com os demais campos de saberes. Em uma perspectiva transdisciplinar, há o reconhecimento do conhecimento como uma floresta e as relações como um rizoma. Reflete-se sobre a separação entre saberes instigando conexões entre matemática, arte, cultura e o dia a dia. O escrito traz a etnomatemática, a arte urbana – sobretudo a prática do graffiti – reafirmando a presença da matemática em diversas experiências humanas. Não há hierarquização de saberes, mas a valorização do entremeio. Assim, pensa-se em um ensino mais humanizado, crítico e dialógico que reconheça as múltiplas formas de saber.
Palavras-chave: Transdisciplinaridade. Matemática. Cultura. Rizoma.
Rhizo-matics
Abstract
This chronicle sheds light on the meeting of mathematics with other fields of knowledge. From a transdisciplinary perspective, knowledge is recognized as a forest and relationships as a rhizome. It reflects on the separation between areas of knowledge, encouraging connections between mathematics, art, culture, and everyday life. The writing presents ethnomathematics, urban art—especially the practice of graffiti—reaffirming the presence of mathematics in various human experiences. There is no hierarchy of knowledge, but rather an appreciation of the in-between. Thus, it envisions a more humanized, critical, and dialogical education that recognizes the multiple forms of knowledge.
Keywords: Transdisciplinarity. Mathematics. Culture. Rhizome.
Rizo-máticas
Resumen
La presente crónica pone luz al encuentro de las matemáticas con los demás campos de conocimiento. En una perspectiva transdisciplinaria, se reconoce el conocimiento como un bosque y las relaciones como un rizoma. Se reflexiona sobre la separación entre saberes instigando conexiones entre matemáticas, arte, cultura y la vida cotidiana. El escrito trae la etnomatemática, el arte urbano -sobre todo la práctica del graffiti- reafirmando la presencia de las matemáticas en diversas experiencias humanas. No hay jerarquización de saberes, sino la valorización del intermedio. Así, se piensa en una enseñanza más humanizada, crítica y dialógica que reconozca las múltiples formas de conocimiento.
Palabras clave: Transdisciplinariedad. Matemáticas. Cultura. Rizoma.
