Há que se cuidar do broto pra que a vida nos dê flor e fruto: relatos de uma estudante em seu encontro com a Etnomatemática

Andréia Lunkes Conrado

Rio Claro, São Paulo, Brasil

Sou uma mulher, mãe e pesquisadora paulistana. Desde 2023, atuo como docente na Unesp Rio Claro e, desde 2024, estou Coordenadora Nacional da RedINET-Brasil. Meu encontro com a Etnomatemática se deu ainda como estudante de Licenciatura em Matemática no IME/USP (2000) quando comecei a participar do GEPEm, grupo que lidero com a Profa. Cristiane Coppe. Concluí o Mestrado e o Doutorado em Educação na FE/USP (2005, 2019) investigando primeiro a pesquisa brasileira em Etnomatemática e, depois, as políticas curriculares voltadas para a diversidade-diferenças.

Há que se cuidar do broto pra que a vida nos dê flor e fruto: relatos de uma estudante em seu encontro com a Etnomatemática  

Resumo 

Esta crônica recupera o olhar de uma estudante em seu encontro com a Etnomatemática ainda durante a graduação, quando não era ainda uma professora e pesquisadora. Em diálogo com momentos da vida profissional da autora, e com trechos da canção de Milton Nascimento, compositor brasileiro, reconhece-se o papel da Etnomatemática como caminho para enfrentar dilemas e produzir sonhos em favor de uma Educação Matemática outra.  

Palavras-chave:  Juventude. Estudante. Etnomatemática. 

We must take care of the bud so that life can give us flowers and fruits: stories of a student on her encounter with Ethnomathematics

Abstract

This chronicle recaptures the perspective of a student in her encounter with Ethnomathematics while still an undergraduate, when she was not yet a teacher and researcher. In dialogue with moments from the author’s professional life, and with excerpts from the song by Milton Nascimento, a Brazilian composer, we recognize the role of Ethnomathematics as a way to face dilemmas and produce dreams in favor of a different Mathematical Education.

Keywords:. Youth. Students. Ethnomathematics.

Debemos cuidar el brote para que la vida nos dé flores y frutos: Informes de una estudiante sobre su encuentro con las Etnomatemáticas

Resumen

Esta crónica recupera la perspectiva de una estudiante en su encuentro con la Etnomatemática siendo aún estudiante de licenciatura, cuando aún no era docente e investigadora. En diálogo con momentos de la vida profesional del autor, y con extractos de la canción de Milton Nascimento, compositor brasileño, se reconoce el papel de la Etnomatemática como forma de enfrentar dilemas y producir sueños en favor de otra Educación Matemática.

Palabras clave: Joven. Estudiante. Etnomatemáticas.

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