Marcilio Leão
São José do Rio Pardo, São Paulo, Brasil

Marcilio Leão é Doutor e Mestre em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Campus de Rio Claro/SP/Brasil, e realizou Pós-Doutorado na mesma instituição. É membro do Grupo de Pesquisa em Etnomatemática da Universidade Federal de Ouro Preto/MG e do Grupo Institucional de Estudo e Análise dos Fenômenos Urbanos e da Violência da UNESP. Desenvolve estudos sobre violência social e ambiental, articulando Educação Matemática, Etnomatemática, Transdisciplinaridade e Cultura de Paz, fundamentado nas ideias teóricas de Ubiratan D’Ambrosio.
Depois que aprendi a ver a cor da gaiola
Resumo
A crônica narra o percurso formativo e humano vivido a partir das leituras, diálogos e atravessamentos provocados pelas ideias de Ubiratan D’Ambrosio. Por meio da metáfora das “gaiolas epistemológicas”, o texto reflete sobre a fragmentação do conhecimento, os limites das disciplinas e a necessidade de uma postura transdisciplinar comprometida com a vida, a dignidade humana e a paz. A narrativa evidencia como a Etnomatemática possibilitou uma nova compreensão da matemática, agora entendida como prática de humanidade, escuta, solidariedade e transcendência.
Palavras-chave: Etnomatemática. Transdisciplinaridade. Educação Matemática. Paz. Humanidade.
After I Learned to See the Color of the Cage
Abstract
This chronicle narrates a formative and human journey shaped by the readings, dialogues, and intellectual encounters inspired by the ideas of Ubiratan D’Ambrosio. Through the metaphor of “epistemological cages,” the text reflects on the fragmentation of knowledge, the limits of disciplines, and the need for a transdisciplinary stance committed to life, human dignity, and peace. The narrative highlights how Etnomatemática enabled a new understanding of mathematics, now perceived as a practice of humanity, listening, solidarity, and transcendence.
Keywords: Ethnomathematics. Transdisciplinarity. Mathematics Education. Peace. Humanity.
Después de que aprendí a ver el color de la jaula
Resumen
La crónica narra el recorrido formativo y humano vivido a partir de las lecturas, diálogos y experiencias provocadas por las ideas de Ubiratan D’Ambrosio. A través de la metáfora de las “jaulas epistemológicas”, el texto reflexiona sobre la fragmentación del conocimiento, los límites de las disciplinas y la necesidad de una postura transdisciplinaria comprometida con la vida, la dignidad humana y la paz. La narrativa muestra cómo la Etnomatemática permitió una nueva comprensión de las matemáticas, entendidas ahora como práctica de humanidad, escucha, solidaridad y trascendencia.
Palabras clave: Etnomatemática. Transdisciplinariedad. Educación Matemática. Paz. Humanidad.
